domingo, 10 de janeiro de 2010

Jesus 100% Deus e 100% Homem




Os Cristãos sempre usaram uma variedade de modelos e metáforas para expressar a relevância incomparável de Jesus Cristo como Deus e Salvador: amigo, libertador, reconciliador, rei, restaurador, juiz, mediador, cordeiro sacrificial, pedra, mãe, conselheiro, mestre, exemplo, messias. Todos podem ser maneiras legítimas de expressar o significado de Jesus Cristo para o mundo e para os cristãos. Novos modelos e metáforas surgem quando o Evangelho é levado e compreendido por novos grupos de pessoas em culturas diferentes. Em alguns universos de pensamentos, Cristo é apreendido e venerado como herói, ou antepassado, ou conquistador vitorioso. Será que existe uma crença cristã básica, universal, acerca de Jesus Cristo, sobre o qual todas essas diversidades metafóricas têm de construir e a qual precisam retornar? Acaso existe um critério pelo qual metáforas e modelos recentemente desenvolvidos devem ser julgados, de forma que não haja muitos cristãos? Existe, Sim. É aquele sobre o qual finalmente concordaram os líderes da cristandade antiga, indivisa, que representou simplesmente uma articulação em linguagem mais formal do próprio testemunho apostólico: Jesus Cristo como Deus encarnado; uma só pessoa unificada: o filho eterno de Deus igual com o Pai; de duas naturezas distintas, mas nunca separadas: a humana e a divina. Essa cristologia unificada e unificadora representa admitidamente um mistério. Não diz sobre Cristo tudo o que precisa ser dito em culturas e contextos específicos. Apenas exclui os modelos cristológicos redutores de Jesus Cristo a algo menos ou diferente do '' verdadeiramente homem e verdadeiramente Deus '' - O Deus homem que unicamente é capaz de ser o Salvador do mundo.
Cristologias meramente funcionais que tentam descrever Jesus Cristo apenas em termos de sua realização humana como profeta, revelador, modelo de amor e assim por diante, são insuficientes. Se Jesus Cristo não era Deus, não há nenhuma razão específica para supor que ele não possa ser ultrapassado. Pessoas que se conformam a cristologia meramente funcional inevitavelmente começarão a procurar outro Cristo ou no mínimo admitirão a possibilidade de muitos cristos. O cristianismo é Cristo, e isso significa que em seu âmago real ele inclui necessariamente a fé e a afirmação da divindade plena de Cristo. Ele não possui apenas '' o valor de Deus para nós '' como certo teólogo protestante liberal expressou, sobre divindade de Jesus. Ele é Deus para nós, como Karl Barth jamais se cansou de dizer. Ao mesmo tempo, temos que nos lembrar de que ele era, e é, não apenas verdadeiramente humano, mas também o verdadeiro ser humano. De Jesus Cristo aprendemos não somente a vontade e o caráter de Deus, mas também nossa humanidade, o motivo pelo qual Cristo Jesus, o filho de Deus, é Deus e homem. É Deus antes de todas as eras; homem em nosso tempo. Ele é Deus porque é a palavra de Deus, porque o verbo era Deus. Porém ele é homem, pois em sua pessoa foram unidas á palavra, uma alma racional e um corpo. Portanto na medida em que ele é Deus, ele e o Pai são um; mas na medida em que ele é homem, o Pai é maior que ele. Uma vez que ele foi o único Filho de Deus, não por graça, mas por natureza, para que ele também ficasse cheio de graça, ele se tornou igualmente o filho do homem; e o mesmo, único Cristo, é resultado da união de ambos. Ser Deus e homem não fez dele dois filhos de Deus, mas um filho de Deus: Deus sem começo, homem com começo definido - nosso Senhor Jesus Cristo.
É necessário crer fielmente na encarnação de nosso Senhor Jesus Cristo. A fé verdadeira, por conseguinte, é crermos e confessarmos que nosso Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, é Deus e homem. É Deus, gerado da substância do Pai antes dos séculos, e é homem, nascido no mundo da substância da mãe. Deus perfeito, homem perfeito, subsistindo de alma racional e carne humana. Igual ao Pai segundo a divindade, menor que o Pai segundo a humanidade. Ainda que seja Deus e homem, todavia não há dois, porém um só Cristo. Um só, entretanto, não por conversão da divindade em carne, mas pela assunção da humanidade em Deus. De todo um só, não por confusão de substância, mas por unidade de pessoa. Pois, assim como a alma racional e a carne é um só homem, assim Deus e homem são um só Cristo.

1) O que Jesus não é :
a) Semi - Deus: (metade homem e metade Deus) = Heresia Apolinaria
b) Hibrído: (um novo ser nem divino e nem humano) = Heresia Monofisista
c) Duas pessoas: (um Jesus Deus; um Jesus homem) = Heresia Nestoriana
d) Criatura poderosa: (um deus menor/ homoiousios= de substância semelhante, porém diferente da do Pai e do Espírito Santo) = Heresia Ariana
e) Humano adotado: (um ser humano adotado pelo verbo) = Heresia Adocionista

2) O que Jesus é :
Jesus é 100% Deus (Eterno, Onipotente, Onisciente, e Onipresente) e 100% Homem (corpo, alma, e espírito). Na única pessoa (Hipóstase) de Cristo habitam duas naturezas (Ousias = substância ), divina e humana, sem confusão, sem mudança, sem divisão, sem separação!

Obs: Tudo o que Jesus viveu, viveu como homem ''E'' como Deus!

Um comentário:

  1. oi amore!!!
    passei só pra dizer que te amo muitooo!
    agradeço a Deus pela sua vida e pela diferença que vc faz na minha!vc é td aquilo que pedi a Deus!!!
    que Deus continue derramando bençãos sobre seu ministério, q Deus te use a cada vez mais para anunciar a Sua verdade!!!
    e conte comigo para o que for, estaremos sempre caminhando lado a lado!!!
    Te amo!!
    bjus!

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