quinta-feira, 11 de outubro de 2012

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

O Nascimento do Rei


O evangelho de Jesus nos diz que sua vida e morte testemunham a natureza inigualável de sua realeza e reino. Mas o que seu nascimento nos diz?

Jesus é o único qualificado para ser Rei. Mateus traça a linhagem de Jesus através de José (1:1-17), um descendente de Davi (1:6), uma vez que somente um filho de Davi poderia reinar como Messias (Salmo 89:3-4). Lucas traça do mesmo modo a linhagem de Maria até Davi (3:23,31), assim qualificando duplamente Jesus para ser o Messias.
Contudo, o Messias precisa também ser o Filho do Céu (Salmo 2:7). Pela virgindade de sua mãe, Jesus nasceria como o único Filho de Deus. O anjo Gabriel assegurou a Maria que o “poder do Altíssimo” (Lucas 1:35) lhe daria a capacidade de conceber sendo virgem (Mateus 1:20). E, “por isso, o ente santo” poderia ser “chamado Filho de Deus”(Lucas 1:35).
O nascimento de Jesus demonstra sua divindade. Anjos disseram a Maria (Lucas 1:26-38) e a José (Mateus 1:18-23) que seu “Filho do Altíssimo” era mais do que apenas um filho. Antes, ele seria o Filho unigênito de Deus (João 3:16), chamado apropriadamente “Emanuel”, ou seja, Deus conosco (Isaías 7:14; João 1:14).
E Jesus reinaria sobre a casa de Jacó reconstruída (Lucas 1:33; Atos 15:16-18). Desde que ele receberia quem quer que o temesse e fizesse o que é reto (Atos 10:35), essa casa consistiria de judeus e de gentios. Ele concederia a todos os seus cidadãos uma igualdade e comunhão que o mundo jamais tinha conhecido (Gálatas 3:28), pois ele seria boa nova “para todo o povo” (Lucas 2:10).
Todavia Jesus não reinaria como um tirano, mas como Salvador. Ele salvaria “seu povo dos pecados deles” (Mateus 1:21), trazendo a eles a maior paz de todas, paz com Deus (Romanos 5:1). Ele salvaria, não subjugaria. Desde que seu reino também traz salvação (Atos 2:23-24), ele não poderia ser rei se não fosse Salvador (Zacarias 6:12-13; Hebreus 1:3). Portanto, desde que ele salva, ele na verdade tem que reinar (Atos 2:33-36).
O modo de seu nascimento mostra como ele é inigualável. A maioria dos reis nascem no luxo e na riqueza. Porém, não este Rei. Suas faixas não foram de fina púrpura nem seu berço de ouro. Em vez disso, uma manjedoura serviu como sua cama. Esse Rei humilde fez uma entrada quieta e não pretenciosa para aquelas pessoas de humildade incomum que seriam seus cidadãos.
Os anjos não anunciaram seu nascimento aos poderosos e prestigiosos, mas aos pastores. Eles, humildemente, vieram “apressadamente” para encontrar “a criança deitada na manjedoura”. Encontrando-o, eles glorificaram e louvaram a Deus. Para os corações que respondem, como os desses pastores, em fé confiante nas palavras de Deus, Jesus seria Rei.
Entretanto, esse Rei seria “para ruína como para levantamento” (Lucas 2:34). Porque a maioria rejeita sua mensagem (João 1:11), eles caem enquanto outros sobem a“lugares celestiais, em Cristo Jesus” (Efésios 2:6) pela obediência à sua vontade (Mateus 5:19). Até mesmo seus pais representam o tipo de cidadãos que pertenceriam ao seu reino: justos (Mateus 1:19), amorosos (Mateus 1:19), puros (Mateus 1:23), e pessoas obedientes (Mateus 1:24; Lucas 1:38; 2:22,41).
Seguindo a estrela até Herodes, homens sábios do oriente aprenderam com o profeta Miquéias que o Messias nasceria em Belém. Eles entraram na casa (não estábulo) e viram omenino (não o recém-nascido) (Mateus 2:11). Portanto, esses homens possivelmente viram Jesus antes de seu segundo ano de idade, em vez de vê-lo na manjedoura, porque Herodes informou-se com os homens sábios “quanto ao tempo em que a estrela aparecera” (2:7) e mais tarde matou crianças de dois anos para baixo (2:16).
Até mesmo os visitantes do oriente tipificam os cidadãos do reino. Dispostos a fazer uma viagem longa e árdua só para vê-lo, eles o adoraram (Mateus 2:11). Eles trouxeram dádivas adequadas a um rei: ouro, uma dádiva comum à realeza (1 Reis 10:14-22); incenso, freqüentemente ligado com adoração a Deus (Levítico 2:1-16) e mirra, uma especiaria tipicamente cara usada na adoração (Êxodo 30:23-33), na aromaterapia (Salmo 45:8), e no embalsamamento (João 19:39).
Nós também precisamos chegar alegremente ao nosso Rei e oferecer nossos corpos “por sacrifício vivo, santo,...que é o vosso culto racional” (Romanos 12:1). Seu nascimento valida seu direito ao trono de Davi, sua divindade, seu domínio internacional e até a natureza de seu reino. Mas o que os pais, os pastores e os homens sábios demonstram é que nada menos do que corações submissos e vidas obedientes são suficientes para esse Rei que eleva corações humildes à glória no reino dos céus.

3 atitudes diante do chamado de Cristo


Deus sempre está chamando pessoas! Isso ocorre porque Ele escolheu fazer a Sua obra com a cooperação dos seres humanos escolhidos e capacitados por Ele. “Porque de Deus somos cooperadores” (1 Coríntios 3. 9). A Bíblia diz que Deus deu dons aos homens para serem usados da melhor forma no crescimento da obra de Deus (Ef 4. 8). Por isso, Ele nos chama e sempre está buscando pessoas para a realização de seus propósitos.
Jesus, ao iniciar seu ministério, começou a chamar pessoas, iniciando pelos seus doze apóstolos. Foram diversas as pessoas chamadas por Ele para segui-lo, mas hoje quero destacar na figura de Levi, três atitudes que devem fazer parte da vida do discípulo que é chamado por Cristo para seguir os Seus passou ou para a realização de alguma missão específica. O texto que descreve as atitudes desse discípulo, também chamado de Mateus, está nesse texto:
“Passadas estas coisas, saindo, viu um publicano, chamado Levi, assentado na coletoria, e disse-lhe: Segue-me! Ele se levantou e, deixando tudo, o seguiu.” (Lucas 5.27).
1- LEVI SE LEVANTOU
O chamado de Deus exige que saiamos do nosso conforto. Levi estava assentado em seu confortável local de trabalho. Porém, Deus queria outra coisa para ele. Não podemos permanecer na mesma postura diante da voz de Deus. O fato de Levi levantar-se indica uma resposta ao chamado do Mestre. Ele poderia permanecer sentado, ou levantar-se, mas ir embora. No entanto, ele se levantou em direção à voz do Mestre que lhe chamava para uma missão. O discípulo de hoje precisa vencer todos os obstáculos que o impede de levantar-se na direção do cumprimento do chamado de Deus. Levi fez isso.
2- LEVI DEIXOU TUDO
O discípulo não pode valorizar nada acima do chamado de Deus. Deus estava tomando o primeiro lugar na vida de Levi a partir daquele momento. Nada o prendeu diante do chamado de Jesus. Precisamos deixar tudo aquilo que tente nos prender e nos impedir de realizar a vontade de Deus. Levi era um cobrador de impostos, trabalhava diariamente com dinheiro e, certamente, como qualquer homem, tinha fascínio pelo que o dinheiro podia comprar. No entanto, ele se livrou de qualquer laço e priorizou Deus acima de todas as coisas, até acima de seu trabalho, de seu ganha-pão! O que te impede de ouvir a voz de Deus? Seu emprego, sua família, seu “eu”, o dinheiro, o poder, o sexo, a fama? Tome atitude diante dessas coisas!
3- LEVI SEGUIU JESUS
Não adianta ter boas intenções, se levantar, deixar tudo, se não for pela causa correta. Isso faria de Levi apenas mais um revolucionário de seu tempo. Ele foi além! Seguiu Jesus, que é o caminho a verdade e a vida. Talvez, nesse momento, estivesse na mente de Levi um antigo dito judaico: “Cubra-se o discípulo com a poeira dos pés do seu mestre”. Levi queria viver a vida de discípulo, comendo da “poeira” dos pés de Jesus Cristo, que ia à frente, mostrando toda a vontade de Deus! Ele ouviu a voz certa e tomou atitude para atender ao chamado certo.

domingo, 12 de agosto de 2012

Meu querido Pai


Sei que já não sou nenhuma criança e tenho a impressão de que você está vivendo a plenitude de seus dias.

Seu lar, seus filhos, sua esposa, seu trabalho lhe dizem que já realizou alguma coisa.

Hoje volto meus olhos para você Pai e agradeço a Deus por ser você meu Pai.

Não posso esconder a alegria incontida de ser seu filho.

Sei que quando nasci seu coração quase explodiu de alegria e com o Matheus foi igual.

Não posso esconder nesta hora uma preocupação:

Você é fragil e tem tantas riquezas escondidas nesta fragilidade. Gostaria de poder aproveitar ao máximo tudo isso.

Lembro-me quando à noite você vinha até meu quarto, fechava seus olhos e contemplava-me, hoje sei o que pensava:

Em meu futuro, quem seria eu,
o que me reservava a vida ???

Quero a cada dia ser mais seu amigo, quero escutá-lo e servi-lo, quero rir quando estiver rindo e quero chorar quando você estiver chorando.

Peço a Deus que eu saiba lhe respeitar, ser paciente e compreensivo com você e neste dia peço a Ele também que lhe abençoe por toda sua vida.

Te amo muito...

sexta-feira, 27 de julho de 2012

O caminho do milagre



Texto base. Josué 3:5 Disse Josué ao povo: Santificai-vos, porque amanhã o SENHOR fará maravilhas no meio de vós.
Introdução. Quase todos nós estamos em busca de bênçãos e milagres, pois somos limitados como seres humanos e nos vemos em situações difíceis de resolver em muitos momentos. Será que há um caminho para o milagre? Será que há fatores geradores de milagres?  Não é fácil explicar fatores geradores de milagres. E, quem sabe, nem seja possível fazer-se compreender totalmente, já que envolve subjetividades e conhecimentos prévios de cada um segundo sua cultura, religião ou tradição. Porém, ao analisar a bíblia e casos atuais, percebem-se alguns fatores em comum que acabaram por desencadear o milagre. Vamos analisar alguns casos em que é perceptível o comportamento específico do ser humano e a ação milagrosa de Deus.
1-O caminho do milagre é formado por uma expectativa inabalável. Marcos 5:28 Porque, dizia: Se eu apenas lhe tocar as vestes, ficarei curada. Não havia espaço para dúvidas no coração desta mulher. Em quase todos os milagres realizados, Jesus ia em direção dos necessitados.  O milagre nesta mulher foi gerado sem a ação planejada de Jesus. Não foi Jesus quem foi na direção dela, ela foi em direção a Jesus e o tocou. Ela tinha uma expectativa tão grande de receber o milagre através da presença de Jesus que dispensou qualquer cerimonialismo, apenas se aproximou e o tocou. Muitos estão na presença de Jesus a muito tempo, porém ficam esperando algum acontecimento extraordinário, esperam uma ação dos líderes ou dos pastores, quando a própria ação de fé é que poderia gerar o milagre.     
2-O caminho do milagre é formado por uma postura planejada de preparação espiritual.  Josué 3:5 Disse Josué ao povo: Santificai-vos, porque amanhã o SENHOR fará maravilhas no meio de vós. Um erro comum na crença a respeito de milagres é a de que o milagre é uma ação puramente divina sem nenhuma participação do ser humano. Se fosse assim Josué não teria pedido uma preparação do povo de Deus e nem Jesus teria exigido fé das pessoas. O poder para o milagre vem de Deus, porém a ação de fé cabe a nós. Todo o capítulo 3 de Josué descreve o milagre da travessia do Rio Jordão. Para que este milagre acontecesse Josué pediu preparação do povo e também dos sacerdotes. Do povo pediu obediência e santificação, dos sacerdotes ousadia e fé. Josué pediu aos sacerdotes que levantassem a arca da aliança que simboliza a presença de Deus, além de pedir que colocassem os pés nas águas do rio antes que o milagre acontecesse, o que simboliza que os líderes precisam estar a frente em atos de ousadia e fé. Os líderes precisam jejuar, orar e lutar pela vitória dos seus filhos.
3-O caminho do milagre é formado por oração, humilhação e arrependimento. 2Crônicas 7:14  se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.
a)Se o meu povo orar... Oração. A pessoa que é vencida pela dificuldade de orar está distanciando seu milagre. É natural que tenhamos dificuldades em orar por períodos mais longos, porém é possível vencer estas dificuldades e ser uma pessoa de oração. Lucas 11:9 Por isso, vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. A oração que gera o milagre é a oração com tempo de qualidade, é a oração insistente, é a oração com fé, é a oração acompanhada por uma prática cristã.
b)Se o meu povo se humilhar... O orgulho impede muitas bênçãos de Deus. Tiago 4:6  Antes, ele dá maior graça; pelo que diz: Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. Deus resiste ao orgulhoso. Não apenas deixa de abençoar, mas luta contra. Quase ninguém se diagnostica como sendo uma pessoa orgulhosa. Vemos o orgulho dos outros, mas não vemos nosso próprio. Porém é importante que venhamos nos humilhar diante do Senhor para que o milagre aconteça. 1Pedro 5:6  Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte.
c)Se o meu povo se converter... Atos 3:19  Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados. Conversão a Deus está diretamente ligada com arrependimento. A oração e a fé têm pouco poder de resultado se a pessoa não se arrepender das coisas erradas e se converte ao Senhor e caminha em santidade.
Conclusão. É difícil formular uma equação exata como sendo “a fórmula do milagre”, porém é fácil perceber elementos que estão presentes na vida daqueles que foram alvos dos milagres de Deus. Vamos fazer a nossa parte preparando-nos para os milagres. Vamos orar e jejuar, pedir perdão a Deus e as pessoas, ter expectativa do milagre, liberar a nossa fé e entrar nesses sete dias de fé e milagres com a certeza de que Grandes coisas estão por vir e o milagre vai acontecer.  

sexta-feira, 11 de maio de 2012

As 10 lições que o filme “Os Vingadores” podem ensinar á igreja


Aproveitando o sucesso do filme “Os Vingadores”, o pastor Greg Stier, que trabalha com jovens e lidera o ministério de evangelismo “Ouse compartilhar”, escreveu um breve estudo para o The Christian Post com objetivo de causar reflexão sobre como o trabalho em conjunto pode levar a igreja a vencer sempre.


Nesse artigo ele passa dez lições tiradas do filme conseguindo encontrar ligações bíblicas para que os cristãos entendam a mensagem pensando em batalha espiritual. Por exemplo, o escudo do Capitão América (interpretado pelo ator Chris Evans) pode ser interpretado como escudo da fé descrito no livro de Efésios.

Mas não são apenas as armas desses super-herois que podemos ligar as mensangens da Bíblia, todos eles são chamados para a missão de salvar as pessoas. Stier então cita o versículo 27 de Filipenses 1 que diz para combatermos juntos com o mesmo ânimo pela fé do evangelho.

Com um orçamento estimado em US$ 300 milhões, o filme promoveu o encontro dos hérois dos quadrinhos Thor, Homem de Ferro, o Incrível Hulk e Capitão América . Ao quarteto de superpoderosos une-se uma dupla de agentes, a Viúva Negra e o Gavião Arqueiro, sob o comando do chefe da S.H.I.E.L.D., a agência que procura proteger o mundo, Nick Fury.

O filme “Os Vingadores” entrou em cartaz no dia 27 de abril e em seus três primeiros dias arrecadou mais de US$ 200 milhões , a melhor estreia da história do cinema.



Confira as lições:

1. É difícil fazer com que eles lutem juntos, mas quando decidem fazê-lo, as pessoas são salvas (Filipenses 1:27).

2. Eles aprenderam a lidar bem com as diferenças (Gálatas 3:28).

3. Bruce Banner (Hulk) tem um grande “poder interior” que ele pode usar a qualquer momento (Efésios 6:10).

4. O Homem de Ferro tem uma armadura impenetrável e sabe como usá-la (Efésios 6:13).

5. O Capitão América tem um poderoso escudo e sabe como usá-lo (Efésios 6:15).

6. Thor empunha uma arma capaz de destruir o inimigo (Efésios 6:17).

7. Hulk não se curva diante de outros deuses [Thor, Loki] (Êxodo 20:3).

8. Eles não têm um plano de ataque. Eles só têm um plano… ATAQUE! (Tiago 1:22).

9. Seu líder tem cicatrizes (Isaías 53:3-6).

10. Eles estão unidos por um objetivo comum (Mateus 28:18-20).



Fonte: Gospel Prime


Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2012/05/as-10-licoes-que-o-filme-os-vingadores.html#ixzz1uZ9fzs3n
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial Share Alike

O Deus trabalhador


Alan Brizotti

Em João 5. 17 Jesus disse: “meu Pai trabalha até agora”. Jesus abriu um ângulo profundo da natureza do Pai: o Deus trabalhador. O Deus que não vive numa ociosidade celeste, num eterno feriado, num marasmo divinizado. O Deus que se recusa a ser uma espécie de marajá da glória.

A grande questão é: por que Deus trabalha? O homem trabalha por infinitos motivos, sendo que os principais são: necessidade, independência financeira, subsistência, alguns por prazer. Deus trabalha porque se deleita em criar – sua primeira “profissão” na Bíblia é jardineiro – a arte da diversidade: das cores, aromas, formas e percepções.

Deus trabalha por amor. Confúcio dizia: “escolha um trabalho que você ame e não trabalhará um único dia em sua vida”. Deus trabalha sem a neurose do lucro nem o limite do cansaço. Ele trabalha em abertura e entrega total de si mesmo.

É inútil o trabalho sem alma. O exemplo do Deus trabalhador precisa ser encarado como um padrão para a nossa conduta diária. Deus não trabalha para si mesmo, mas para os outros – essa é sua constante humildade – para os outros! Foi o que Deus fez em Cristo. Dietrich Bonhoeffer escreveu que “Jesus foi o homem dos outros”.

O padrão para o homem vem do Deus trabalhador: assim como Deus trabalha para nós – a humildade – é assim que devemos ser. É o serviço dignificando, o trabalho destruindo o ego, a atividade criadora e transformadora – reflexos da imagem e semelhança – que nos ajudam a domesticar o egocentrismo tão arraigado na mente pós-moderna.

Na Ressurreição de Jesus há uma cena intimamente ligada a esse tema. Em Mc. 16. 3 algumas mulheres, a caminho do túmulo onde Jesus estava sepultado, diziam umas às outras: “quem removerá para nós a pedra da entrada do sepulcro?” Um grupo de mulheres preocupadas com o trabalho que teriam pela frente: pesado, braçal, difícil, arriscado, esqueceram do que Jesus disse: “meu Pai trabalha”. Quando chegaram ao túmulo o trabalho já tinha sido feito! Ressurgiu!

Antes que façamos qualquer coisa Deus já vem fazendo muito por nós. É essa a mentalidade que permeia os Salmos. Sempre que há alguma nota de gratidão pelo que Deus faz, ela vem seguida ou antecedida pelo que Deus fez. Assim, Israel louva a Deus pela terra prometida, mas principalmente, pela retirada porderosa do Egito. O amanhã será fruto do que Deus fez ontem! Deus trabalhou e ainda trabalha!

O Deus trabalhador saúda os trabalhadores do mundo!






Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2012/05/o-deus-trabalhador-sauda-os.html#ixzz1uZ70jEQm

terça-feira, 1 de maio de 2012

Isaque e a arte de cavar poços no deserto


Isaque é um maravilhoso exemplo de persistência e determinação. Sua vida nos encoraja. O segundo patriarca da fé, que nasceu resultado de uma promessa. Que silenciou a caminho de Moriá quando seria sacrificado. Plantou (semeou), colheu no deserto e prosperou, como nenhum homem da sua época.

Seguindo a orientação divina, tornou-se um exemplo, mas não sem lutas, não sem crise, não sem deserto!

Querido, a crise faz parte da nossa realidade. Crise na família, financeira, espiritual, moral, emocional... Os efeitos da crise estão estampados em cada esquina, nos rostos de milhares de pessoas que cruzamos diariamente. Porém, pior que a crise é a conformação com ela.

Muitos já não reagem diante das adversidades, estão anestesiados, com a esperança morta, com os sonhos entulhados nas covas das impossibilidades. O que distingue um vencedor daqueles que sucumbem vencidos nos desertos da vida não são as circunstâncias, e sim as atitudes com que cada um enfrenta a crise.

A crise pode ser a porta da esperança ou o calabouço do desespero... Ela eleva uns e abate outros. Todo vencedor é um visionário, ele vê o que poucos vêem. Ele vê além do óbvio... Quando todos estão mergulhados nos problemas, ele procura a solução.


Cavar poços na antiguidade significava a busca de um bem muito precioso, muito mais valioso que o ouro e também provia a própria sustentabilidade e sobrevivência da vida pessoal e familiar.

Devido à predominância da vida rural nos desertos do oriente, a criação de animais, ovelhas, gados, fazia da água forte fonte de provisão que trazia   riquezas a quem  a  encontrasse.

Isaque era um homem obstinado, um exímio cavador de poços. Aprendeu com seu pai Abraão, ser um homem de caráter, trabalhador e cumpridor de seus deveres, tanto nas relações familiares como sociais.

A prosperidade obtida passava pelo exemplo de fé que viu e ouviu, de modo tão exemplar em seu pai.

A prática de cavar poços e motivar aos servos a trabalharem na busca das águas profundas, fazia de Isaque um homem riquíssimo, tudo em que tocava prosperava. Deus estava com ele.
Por inveja, seus inimigos o perseguiram e  o expulsaram de suas terras, mas quanto mais eles procuravam fazer-lhe mal, lançando-o fora, mais ele prosperava.
A terra onde Isaque morava passava por uma grande fome e ele teve que ir para um lugar distante, a terra dos Filisteus. Deus o proibiu de ir para o Egito e foi em Gerar que ele fez morada.
Em Gerar, com trabalho, esforço e com as mãos abençoadas,  Isaque logo se destacou como um dos homens bem sucedidos daquele país, e por esta causa o expulsaram como já havia ocorrido outras vezes. E assim, ele foi morar no ‘vale’ de Gerar. “Então Isaque saiu dali e se acampou no vale de Gerar, onde habitou.” Gênesis 26:17
Muitas vezes, quando sofremos   perseguições, somos lançados no vale, na planície; o lugar onde os inimigos procuram nos humilhar e nos fazer sofrer. Existe vários vales pelos quais passamos em nossa humilhação:  vale da vergonha, do desemprego, das dívidas, das tensões familiares, da discórdia com o esposo, com a esposa, no relacionamento difícil com os filhos, traições, invejas, amarguras, tristezas, da enfermidade, do abandono. É um verdadeiro martírio, um vale é um lugar de prova e de sofrimento.
Como ser abençoado no vale? Como conseguir ver a mão de Deus em um tempo de sofrimento e perseguição de nossos inimigos? Como prosperar no vale? A resposta é:  Cavando poços.
Isaque continuou cavando poços no vale. Ele não parou, lamentando-se,  maldizendo-se, e  não deu importância à ridicularização  que seus inimigos empreendiam contra ele.
Cavar poços dá trabalho. Ir à busca das águas profundas dá trabalho. A água é um bem que provê sustentabilidade, provisão e vida. Têm muitos que estão morrendo porque pararam de cavar poços, pararam de trabalhar e de acreditar que a bênção viria.
Continue cavando, não pare!!!
Tenha uma convicção em sua alma: você encontrará água com seu esforço, com seu trabalho, com ajuda de outros. Não será nada fácil, mas ela brotará, fluindo com força e constantemente.
Isaque, no vale em Gerar, cavou os mesmos poços que seu pai havia cavado e que os filisteus mais tarde os tinham entulhado. Havia se passado quase cem anos, desde que seu pai tinha passado por ali. Mas as marcas  da obediência, e do trabalho que fizera, continuavam ali, como memorial.
O respeito, amor e admiração que Isaque nutria por seu pai,  o  impulsionaram  a honrá-lo, pois  o testemunho que ele deixará foram paradigmas que  o ajudaram  no tempo de crise, pelo qual  passava.
Um  principio espiritual para sua vida: nunca se esqueça de honrar as pessoas que você ama, mesmo de um passado distante, pois, o reconhecimento é uma dádiva dos sábios.
Cavando poços no vale, Isaque achou água, mas os inimigos disseram “esta água é nossa!”. Houve contenda entre os servos de Isaque e os servos de Abimeleque, o rei daquela cidade. Pelo que o poço passou a ser chamado de  ‘Eseque”, que significa: “contenda’ “ “Cavaram os servos de Isaque no vale, e acharam um poço de água nascente. Mas os pastores de Gerar contenderam com os pastores de Isaque, dizendo: Esta água é nossa. Por isso chamou o poço de Ezeque, porque contenderam com ele.” Gênesis 26:20.
No vale, pessoas irão dizer quando obtiveres alguma bênção: “ Isso é meu, a mim pertence”. O que fazer quando a contenda chegar? Brigar, bater, esmurrar, xingar, processar, matar? Não! O tempo e o desgaste produzidos nas contendas irá fazer falta na hora de escavar novos poços.
Isaque, na contenda, mostrou que tinha o coração sarado e  confiava que seu Deus, que nunca falha, daria outro lugar em que fosse abençoado. Ele saiu dali e foi cavar poços em outro lugar.
Deixa-me  dizer-te uma coisa: aonde você for à bênção te seguirá!
Tornaram a cavar poços em outro lugar, e logo acharam águas, mas os inimigos tornaram a dizer: “Essa água é nossa!”; por isso aquele poço foi chamado de Sitna, que significa: ódio, mesma raiz hebraica de Satanás. . “Então cavaram outro poço, e também por causa deste contenderam, recebeu o nome de Sitna.” Gênesis 26:21
No vale, a raiz de Satanás, geradora de  ódio e amargura irão querer tomar conta de tua alma; são verdadeiros inimigos que irão querer tirar a tua bênção. O que fazer nesse tempo? Matar, amaldiçoar, maldizer o dia que nascestes? Não!!! Saia do conflito, saia do meio das pessoas contenciosas e malignas, saia do meio dessa raiz maligna de Satanás. Vá cavar poços em outro lugar. A Bíblia diz: caminhe a segunda milha; bateram e tua face oferece outra. Mateus 5:39,41 Deus está contigo, a bênção te seguirá.
Isaque saiu e foi cavar poços em outro lugar. Não é o lugar que é abençoado,  é você que leva a bênção e o Deus da bênção em tua vida.
Isaque achou água, e os inimigos não o perseguiram mais, por isso ele passa a chamar aquele lugar de Reobote, ‘amplidão’, ‘Alargamento’. “Partindo dali, cavou ainda outro poço; e, como por esse não contenderam, chamou-lhe Reobote e disse: Porque agora nos deu lugar o SENHOR, e prosperaremos na terra.” Gênesis 26:22
Isaque achou que por não haver mais conflitos com os inimigos, aquele era o lugar definitivo da bênção de Deus para sua vida. Ele estava enganado.
Devemos aprender um principio importante: nem sempre as ausências de conflitos significam que Deus está nos abençoando e que ali é o melhor lugar para nós. É verdade, há um alívio, um alargamento, uma amplitude; temos folga, mas Deus tem mais, tem coisas melhores para nós, tem promessas poderosas.
Isaque estava satisfeito no vale em Gerar, mas Deus tinha Berseba para ele, o lugar da bênção. Nunca o vale será bom o suficiente para nós, temos que subir a Berseba, lugar de promessas e de alianças.
Depois do vale, das lutas e provações, vem a segurança de que nosso amado Deus não nos abandonou.
Isaque subiu, para Berseba, e ali se acampou, invocou a Deus,  e Deus se revelou para ele.
Berseba significa: O poço do juramento e das alianças, das promessas.
Foi em Berseba, cem anos antes, que Isaque viu Deus  revelar – se a seu pai, Abraão, como EL Olam, o Deus eterno, o Deus das profundezas, que se esconde e que se revela aos seus servos e amigos. Naquele mesmo lugar, ele ouviu as mesmas palavras que o fizeram ter a certeza de que  as promessas divinas  são cumpridas.
Deus disse a Isaque: “Não temas, porque eu sou contigo, abençoar-te-ei e multiplicarei a tua descendência por amor de Abrão, meu servo.” Deus fez uma promessa que abençoaria sua vida e sua posteridade para sempre. Assim como fez com Abraão, chamando-o de amigo. Deus cumpre as suas promessas.
Deus, o El Olam, tem promessas para  os que caminham na fé de Abraão e de Isaque. Ele tem o melhor dessa terra para nós.
Isaque fez quatro coisas importantes em Berseba, que todos devemos fazer:  1. Levantou um altar.
2. Invocou o nome do SENHOR. 3. Armou a sua tenda. 4. Deixou os seus servos  abrisse ali um poço.
O altar é lugar da presença de Deus, e onde fazemos sacrifícios. O invocar a Deus  é nossa devoção diária a El Olam. Armar a tenda significa que a minha casa deve está próxima à presença de Deus. Significa também estabilidade no propósito com Deus. Cavar poços em Berseba significa que preciso continuar acreditando que meu Deus abençoará as obras de minhas mãos, e eu irei encontrar as águas profundas. “Nesse mesmo dia, vieram os servos de Isaque e, dando-lhe notícia do poço que tinham cavado lhe disseram: Achamos água. Ao poço, chamou-lhe Seba; por isso, Berseba é o nome  daquela cidade até ao dia de hoje” Gênesis 26: 33
Aquele que procura cavar seus poços em busca das águas profundas do Espírito Santo, em terra de promessa, além de encontrar água, será reconhecido pelos inimigos como “O abençoado do Senhor.” Gênesis 26:29.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Dicas para desenvolver a sua liderança

01- Seja um líder servidor

'' São as qualidades de caráter que permitem alguém inspirar e influenciar um grupo de pessoas com sucesso''.

02- Tenha foco

'' A liderança é observada pela criação de visão e estratégias, geração de cultura e valores comuns, colaboração quanto ao crescimento, inspiração e motivação dos colaboradores''

03- Pense no futuro

'' As qualidades mais valorizadas no líder do futuro são: autoconhecimento, reconhecimento das emoções e equilíbrio''

04- Prepare-se

'' O líder do novo milênio precisa estar preparado para conviver com a rejeição e com o sucesso''

05- Desafie-se

'' Você precisa ajustar os objetivos da organização aos objetivos pessoais dos talentos que compõem a organização''

06-Não fique refém do seu subordinado

'' O bom líder investe 90% de suas energias e de seu tempo em três ações: treinamento, avaliação e motivação''

07- Planeje seu tempo

'' O líder deve definir objetivos e prioridades, criar políticas de administração do tempo em grupo e planejar em equipe''

08- Construa líderes

'' Aprimore as habilidades e eleve as competências de seus liderados. Torne-os pessoas capazes de aumentar a produtividade das organizações e das pessoas''

09- Seja um líder-empreendedor

'' Modernize sua liderança, ouse, trace metas ambiciosas e faça valer seu potencial criativo de líder''

10- Transforme os princípios em ações

'' Direcione suas ações em uma forma fácil de memorizar, através dos princípios 6 ds: descontração, direcionamento, desafio, diferenciação, desapego e determinação

11- Seja um líder verdadeiro

'' Nem temido, nem querido: o melhor líder é aquele que sabe se comportar de acordo com o que a situação pede''

12- Evite as falhas

''Invista em desenvolvimento, responsabilize-se por seus liderados, busque soluções para os desafios e para mudanças''

13- Transforme-se num leme
'' Você precisa ser o leme dos negócios, das obras, da família, da sua vida e entregar resultados. Fazer acontecer. E tudo isso em alta velocidade, pilotando acima do limite''

14- Desperte o seu melhor

'' Seja uma pessoa decisiva, conheça a si e tenha um propósito maior''

15- Gere resultados

'' Coloque a habilidade a serviço da condução de pessoas em busca de um resultado comum''

16- Admita erros

'' Cometer erros e assumir riscos é atributo fundamental para o exercício da função gerencial''

17- Use a inteligencia
'' Não basta ter vontade, automotivação e ''suar a camisa''; é preciso ter regras, disciplina e preparação. E quem determina isso e faz acontecer é o líder''

18- Ame o que você faz

'' O líder deve passar aos liderados a crença, o comprometimento, a energia e a paixão daquilo que faz. O amor pelo trabalho será o combustível necessário ás atividades profissionais''

19-Crie

'' Criar é como respirar, faz parte das necessidades humanas e do sucesso das organizações''

20- Torne-se um líder extraordinário

'' O líder que você é hoje resulta das escolhas do passado, e o líder que irá se tornar amanhã será resultados das escolhas que fará a partir de agora''

21- Ouça mais e fale menos

'' Com esse princípio, surge a empatia que estreitará os laços entre os líderes e seus subordinados, fortalecendo os relacionamentos e promovendo a cooperação da equipe''

22-Tenha visão e aja

'' O líder deve ter a capacidade de ver além daquilo que os seus olhos enxergam. Lembre-se de que uma visão com ação pode transformar a sua vida, assim como a sua organização''

23- Seja estratégico'' Tenha visão, esteja preparado para as ameaças, associe-se aos melhores, compartilhe estratégias e contagie todos os envolvidos''

24- Abandone antigos modelos de liderança

'' Não basta ser líder, tem de ser coach, O coaching tem se destacado como uma das mais completas soluções para o desenvolvimento da liderança''

25- Motive-se

'' O líder é aquele que consegue movimentar engrenagens mesmo quando elas estão emperradas, ou seja, o líder é aquele que, por mais difícil que uma tarefa pareça, está sempre pronto''

sexta-feira, 23 de março de 2012

As Três unções de Davi



Texto base: 1 Sm 16. 12,13; 2 Sm 2.4; 2 Sm 5.3


Introdução
Davi era um menino diferenciado, desde muito cedo ele era diferente de todos, e por Davi ser diferente Deus o tratou de maneira diferente.
Davi foi o único homem na bíblia na bíblia que foi ungido três vezes, o menino Davi era anônimo até a primeira unçaõ, ele trabalhava mas ninguém o reconhecia, ninguém dava nada por Davi, nema sua própria família, ninguém respeitava Davi pelo o que ele era, mas tiveram que respeitar pelo que Deus fez ele ser!!!
Apartir da primeira unção tudo começa a mudar na vida de Davi:


Primeira unção: Essa é a unção da coragem " Eu não vou conhecer Golias que eu não possa matar"
essa é a Unção da Palavra profética "Hoje mesmo o Senhor Deus me entregará a sua cabeça e todos em Israel saberão que há um Deus no meio do arraial"
O fim das coisas emprestradas: " Davi não usou a armadura emprestada de Saul,"você vai sair do julgo das coisas  emprestadas, cartão de crédito, cheque especial, dinheiro de agiota nunca mais!!!
Vão ter que te aplaudir de pé: Davi quando saiu do arraial ningém dava bada por ele, mas quando voutou depois de ter matado o gigante tiveram que aplaudir Davi de pé!

Segunda unção:  Faz todos te reconhecerem diante dos que te perseguém.
É ter poder para acabar com a perseguição e não fazer isso por que foi ungido por Deus e espera nele.
Uma coisa é ter o Espírito de Deus, outra coisa é o Espírito de Deus ter você! O Espírito de Deus possuia Davi!!!!

Terceira unção:  Essa unção derruba as fronteiras
Essa unção  é de conquista
Essa unção é de reconhecimento

Que você receba hoje mesmo as três unções de Davi, para que você tenha a coragem para vencer na vida, para que você seja reconhecido por tudo fez, e para que derrube as barreiras existentes na vida e você será um vencedor!!! Em nome de Jesus, amém.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Expulsai os vendilhões !!!

Texto base: Marcos 11: 15 a 17
  Jesus tratou com muito respeito e amor prostitutas, ladrões e pecadores porém quando se deparou com comerciantes dentro do templo Ele os tratou com certa violência e ira, demonstrando o zelo e o amor pela obra e templo, quando o purificou.           
 O profeta Isaias disse que a casa de Deus será chamada Casa de Oração para todos os povos, um lugar de santificação, de louvor, de adorar e sentir a presença de Deus, lugar de honra ao Criador.
Certo dia, porém, Jesus indo ao templo encontrou ali no lugar de adoração e louvor um verdadeiro comércio. Vendedores, compradores, cambistas, negociata sem fim, veja o que diz em (Mateus 21: 12 a 16). “E entrou Jesus no templo de Deus, e expulsou todos os que vendiam e compravam no templo, e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração. Mas vós a tendes convertido em covil de ladrões. E foram ter com ele ao templo, cegos, coxos, e Jesus os curou. Vendo, então, os principais dos sacerdotes e os escribas as maravilhas que fazia e os meninos clamando no templo: Hosana ao Filho de Davi, indignaram-se e disseram-lhe: Ouves o que estes dizem? E Jesus lhes disse: Sim; nunca lestes: Pela boca dos meninos e das criancinhas de peito tiraste o perfeito louvor?”

 Jesus encontrou no templo muita falta de reverência, de amor, encontrou ali muitos aproveitadores de oportunidades para negociar e transtornar a fé dos simples. Ali deveriam se reunir as tribos de Israel em adoração e cultuar o seu Deus com singeleza de coração.

            Hoje não é diferente. As igrejas (templos) devem ser para reuniões de adoração, louvor e para se ouvir a gloriosa e bendita Palavra do Senhor, num culto santo de honras e glórias unicamente a Deus e não para outros fins. Se Jesus viesse hoje em pessoa física, teria muito trabalho para expulsar os que comercializam até a sua Palavra, o Seu louvor, em vez de hinos temos as “músicas”, aberrações em lugar de louvor, um verdadeiro comércio não de pombas, mas colocam barracas de salgadinhos, vários tipos de comestíveis, de roupas, perfumes, cosméticos, etc. Jesus sempre dedicou à simplicidade e fidelidade a Palavra de Deus, nunca se misturou com os religiosos da época. Quando na ocasião, Jesus expulsou os vendilhões, chegaram-se a Ele, cegos, coxos e a esses, Jesus deu atenção curando-os e ainda mais, as crianças presentes no templo começaram a clamar: - Hosanas ao Filho de Davi, o que irritou os religiosos que perguntaram a Jesus: “Ouves o que estes dizem?” Jesus disse-lhes: “Sim,  nunca lestes, pela boca dos meninos e das criancinhas de peito sai o perfeito louvor”.

            Jesus veio verdadeiramente para os pequenos e necessitados e não para os gananciosos e aproveitadores da fé dos incautos e dos simples. A sua missão foi oferecer-se a si mesmo para nossa salvação. Ele quer salvar o pecador de seus maus caminhos e para isso deu-nos o exemplo de humildade quando disse: “Aprendei de mim que sou manso humilde de coração”.

            Vá ao templo com o coração nas coisas de Deus, vá adorá-lo, louvá-lo e não dê atenção aos cambistas e vendedores. Adore a Deus com singeleza de coração, procure ler a Bíblia e ouvir a genuína Palavra de Deus. Jesus breve voltará! Os sinais nos mostram que estamos no fim dos tempos.

Ao chegar ao Templo e se deparar com a quantidade de vendedores que ali comercializavam mercadorias Jesus toma um chicote e expulsa os comerciantes daquele local sagrado.  A atitude de Jesus, mais que seu impacto agressivo, demonstra o zelo pela casa do Senhor e também a dor por ver desvirtuada a destinação própria do lugar.
O Templo deixava de ser o local sagrado para se tornar lugar de comércio e – pior – de exploração.  As práticas religiosas perdiam, assim, o caráter místico ou sagrado para se tornarem fonte de jugo e humilhação. Com isso, alimentava-se um comércio espúrio e imoral.  A atitude de Jesus vem, portanto, em resgate do verdadeiro sentido do espaço destinado à oração e ao encontro com Deus. 
A tradição cristã nos fala desse episódio como “a expulsão dos vendilhões do Templo”.  E nos fala com propriedade.  Segundo o dicionário Aurélio, vendilhão significa (em seu sentido figurado) aquele que trafica coisas de ordem moral.  Essa era a prática dos vendedores que viviam do comércio do Templo.  Ainda que apresentassem para comercialização mercadorias que seriam utilizadas nos cultos, o sentido da apresentação dos sacrifícios ao Senhor havia sido totalmente deturpado com o passar dos anos e com a interpretação errônea e maldosa da Lei.  Assim, aquele comércio simbolizava o tráfico moral, a transmutação da idéia amorosa de um povo que se oferece ao Seu Deus e a Ele se apresenta com oblações para a idéia da exploração, onde as pessoas eram incitadas a comprar para que não fossem excluídas de seus pares.
O apóstolo Paulo nos ensina que somos templos do Espírito. Porém, nem sempre nossos corações são terrenos férteis para a mensagem de Deus, mas nele habitam o orgulho, a inveja, a raiva e o rancor, os vendilhões do mal que impedem que sejamos todos de Deus.Possamos deixar que Jesus tome do chicote e expulse de vez esses sentimentos que não deixam o amor florescer.  Possamos não nos transformar em fontes exploradoras dos outros, excluindo-os de nosso convívio por não serem iguais a nós.  Possamos fazer de nossos corações o templo sagrado, o santuário, o local por excelência do encontro verdadeiro com o Deus vivo.
Para reflexão:
Em sua prática inclusiva, Jesus manifestou historicamente a escolha de Deus por aqueles que foram condenados ao esquecimento.  Igualmente, sua prática de solidariedade para com as pessoas com deficiência, em pleno contexto cultural e religioso do ‘puro-impuro’, fez de Jesus um ‘impuro’ por excelência; a cruz foi a culminância de uma vida inteira na contramão da mentalidade da época, mas em benefício da vida dos ‘malditos’ e ‘impuros.
Creia em Cristo e Leia a Bíblia!