sábado, 31 de dezembro de 2011

Feliz ano novo!!!

O nosso caminho é feito Pelos nossos próprios passos...
Mas a beleza da caminhada...
Depende dos que vão conosco!
Assim, neste NOVO ANO que se inicia
Possamos caminhar mais e mais juntos...
Em busca de um mundo melhor, cheio de PAZ, SAUDE, COMPREENSÃO e MUITO AMOR.
O ano se finda e tão logo o outro se inicia...
E neste ciclo do "ir" e "vir"
O tempo passa... e como passa!
Os anos se esvaem...
E nem sempre estamos atentos ao que Realmente importa.
Deixe a vida fluir
E perceba entre tantas exigências do cotidiano...
O que é indispensável para você!
Ponha de lado o passado e até mesmo o presente!
E crie uma nova vida... um novo dia...
Um novo ano que ora se inicia!
Crie um novo quadro para você!
Crie, parte por parte... em sua mente...
Até que tenha um quadro perfeito para o futuro...
Que está logo além do presente.
E assim dê início a uma nova jornada!
Que o levará a uma nova vida, a um novo lar...
E aos novos progressos na vida!
Você logo verá esta realidade, e assim encontrará
A maior Felicidade...e Recompensa... Que o ANO NOVO renova nossas esperanças,
E que a estrela crística resplandeça em nossas vidas
E o fulgor dos nossos corações unidos intensifique
A manifestação de um ANO NOVO repleto de vitórias!
E que o resplendor dessa chama Seja como a tocha
Que ilumina nossos caminhos
Para a construção de um futuro, repleto de alegrias!
E assim tenhamos um mundo melhor!
À todos vocês companheiros(as) que temos o mesmo ideal,
Amigos(as) que já fazem parte da minha vida,
Desejo que as experiências próximas de um ANO NOVO
Lhes sejam construtivas, saudáveis e harmoniosas.
Muita Paz em seu contínuo despertar!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Afinal o que é casamento?

O casamento, é a união de duas pessoas ( homem e mulher ), com o fim de construírem uma vida em comum, e baseada  no amor. É bom ressaltar que deve ser baseado no “ amor ”. Não podemos considerar casamento apenas:
a) Quando duas pessoas vivem na mesma casa;
b) ou duas pessoas vivem juntas e tem relações sexuais;
c) ou mesmo o ato de duas pessoas apenas juntarem-se.
São situações muito comuns nos dia de hoje, mas que não é saber que são situações que Deus não aprova como “ casamento “. Se você está uma das situações supracitada é aconselhável rever seus conceitos sobre o que é casamento.
E mudar, para que você possa ser abençoado por Deus.
O verdadeiro casamento é um homem juntar-se a uma mulher para ambos:
a) Construírem, dia após dia, um lar em conjunto, ou seja, uma ajuda mútua;
b) Ensinarem e educarem os filhos a serem futuros cidadãos da sociedade e também do reino de Deus;
c) Construírem uma lar onde reina a paz e amor de Cristo e viverem de acordo com os padrões Bíblico e não conforme o ritmo deste mundo, conforme diz a Bíblia em Romanos 12: 2, “ E não vos conformeis com este século, mas transformaivos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. “

O QUE É UNIÃO ?
É andar lado a lado; caminhando na mesma direção.
Um exemplo de união:
Quando aceitamos Jesus como Senhor e Salvador de nossa vida passamos a carregar o fardo de Jesus, ou seja,  seguiremos com Jesus na mesma direção.
O próprio Jesus diz em Mateus 11: 29 e 30 “ Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e  humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve ”
Em outras palavras, este convite é para se rejeitar o jugo cruel do mundo e do pecado, e para receber o suave de Cristo ( é suave porque Cristo carrega o peso por nós ).
Então, devemos nos unir a Jesus. Se Ele vai para a direita, temos que virar para a direita, porque se virarmos para a
esquerda vamo-nos magoar, porque o Líder é Jesus. Isto significa que os dois andam lado a lado, e isto é união. Mas, infelizmente, isto não acontece em muitos casamentos, porque o marido quer ir para a frente e a esposa quer ir para trás. Ou, um quer ir para a esquerda e o outro empurra para a direita. O resultado é ficarem magoados, concorrendo para um futuro desentendimento e até a lamentável separação se caso ambos não mudarem de idéia ou de ponto de vista.

CONCLUSÃO:
No casamento, Deus instituiu um líder que é o marido. ( Efesios 5: 23, diz: ” porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja … “ ) e I Coríntios 11: 3 “ .. Cristo é cabeça de todo homem, e o homem o cabeça da mulher, e Deus o cabeça de Cristo.”
Para o nosso casamento ter as bênçãos de Deus temos que seguir o líder que Deus instituiu.
O casamento pode ser a coisa mais maravilhosa deste mundo, mas também pode ser a coisa mais triste, mais amargosa deste mundo. Depende dos dois andarem em união ou não.


Pr. Zaqueu Medeiros
fonte: http://ministeriodecasaisamovc.blogspot.com/

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Teologia gay: o crime hermenêutico

Pr. Eguinaldo Hélio de Souza
Se “teologia gay” for uma expressão aceitável e coerente com o evangelho, devemos nos perguntar se logo não teremos “teologia zoofílica” ou “teologia incestuosa” ou “teologia pedófila” e até “teologia necrofílica”. Desenvolver uma teologia cristã apoiada em uma prática sexual condenada pela Bíblia é mais que um paradoxo, é uma blasfêmia, uma loucura intelectual, um disparate.
A idéia de um “cristão gay” não passa de um contrassenso. E isso não é fruto de preconceito, mas de preceito bíblico. Ninguém pode ser cristão e praticar algo condenado para um cristão. Um cristão não está isento de cometer algum pecado devido à fraqueza humana, mas justapor esse pecado como título ao seu título de cristão é pior do que relativizar o pecado. É mais do que justificá-lo. É querer mudar a natureza do próprio pecado, chamando o sujo de limpo, o indecente de santo, a imundície em pureza. É justificar a atitude condenada em Isaías 5.20. Adicionar “gay” ao título cristão, não cristianiza o homossexualismo. Homossexualiza o cristianismo. O que equivale dizer que o anula. E por quê?
Porque a Bíblia condena taxativamente a prática homossexual, apesar de contestações recentes. Alguns grupos têm afirmado que as Escrituras não condenam o homossexualismo. Pelo contrário, eles apontam trechos que na verdade representariam um estímulo e uma apologia de tal prática. Alguns desses grupos se intitulam cristãos, outros não, mas ambos procuram reinterpretar a Bíblia de modo a torná-la favorável a eles.
Ao tomar essa atitude, esses grupos estão na verdade reconhecendo a autoridade da Bíblia. Se eles estão preocupados com o sentido correto do texto bíblico é porque de alguma forma admitem sua autoridade. Sendo assim são obrigados a sujeitar-se ao que ela realmente diz, caso lhes seja provado. Os homossexuais que rejeitam o valor moral, divino ou espiritual da Bíblia estão isentos dessa sujeição. A verdade, porém, é que até mesmo Luiz Mott, líder do grupo gay da Bahia, escreveu textos onde procurou “ensinar o verdadeiro sentido” dos textos sagrados, como se sua prática homossexual o torna-se um mestre de hermenêutica bíblica.
O fato é que ninguém precisa de grande capacidade intelectual para perceber que Romanos 1.26, 27. Só vai precisar de grande capacidade intelectual se quiser se utilizar de sofismas e distorções com a finalidade de negar o óbvio — Deus condena a prática homossexual.

Malabarismos hermenêuticos

Os homossexuais “cristãos” e simpatizantes geralmente trabalham de duas formas com a Bíblia.
Primeiramente tentam distorcer, minimizar ou dar um sentido completamente diferente para aqueles textos que evidentemente condenam a prática homossexual. Existem diversas passagens, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. Algumas são diretas, enquanto outras condenam apenas por inferência. O movimento homossexual procura dar-lhes um sentido completamente diferente de modo que não se oponham a eles. O artigo da Wikipédia intitulado “A homossexualidade e a Bíblia” mostra claramente a falácia na qual se apoiam para distorcer os textos bíblicos:
Dentre os cristãos, o protestantismo tem como um de seus principais princípios a interpretação privada ou juízo privado dos textos bíblicos, fruto da Reforma Protestante, quando Lutero, em outubro de 1520, enviou seu escrito "A Liberdade de um Cristão" ao Papa, acrescentando a frase significativa "Eu não me submeto a leis ao interpretar a palavra de Deus". Isso posteriormente acabou originando o direito fundamental de liberdade religiosa, bem como a própria ideia de democracia, ao consagrar a ideia de horizontalidade dos fieis protestantes, ao contrário da verticalidade do catolicismo, cuja última opinião em matéria de interpretação bíblica pertence ao Papa. No protestantismo, a opinião de cada um dos fiéis em matéria de interpretação bíblica tem o mesmo peso
Há um ponto que precisa ficar claro, tanto para homossexuais como para qualquer outro grupo. A liberdade de interpretação das Escrituras, defendida por Lutero e pelo Protestantismo não significa pluralidade de significados. Significa apenas liberdade de consciência. Diferente do que acontecia no catolicismo, o intérprete é livre para buscar o sentido verdadeiro ao invés de se sujeitar a um sentido imposto de cima. Não significa que qualquer entendimento seja verdadeiro. Pelo contrário. A responsabilidade é do indivíduo de procurar e encontrar o sentido correto.
A Confissão de Westminster esclarece esse ponto em seu capítulo sobre as Sagradas Escrituras:
1.9. A regra infalível de interpretação das Escrituras é as próprias Escrituras; portanto, quando houver questão sobre o verdadeiro e pleno sentido de qualquer texto das Escrituras (sentido que não é múltiplo, mas único), esse texto pode ser estudado e compreendido por outros textos que falem mais claramente. [O grifo é nosso]
O Protestantismo apenas aprendeu a respeitar a opinião divergente. De modo algum relativizou os sentidos. Aplicando tal regra aos textos bíblicos relacionados ao homossexualismo não há dois sentidos. Ou eles o condenam ou não o condenam tal prática e isso independe da opinião de cada um. Quando aplicamos a regra proposta na Confissão de Westminster, comparando as diversas passagens, vemos que a Bíblia é unânime em condenar o homossexualismo. Não existe a mínima possibilidade de que não o faça. Ou o homossexual abandona a prática ou abandona a Bíblia. Elas são irreconciliáveis.
O segundo conjunto de textos são aqueles com os quais os homossexuais tentam justificar suas práticas. Enxergam sexo onde só existe amizade sincera e profunda. Davi e Jônatas, Noemi e Ruth e mesmo passagens como o capítulo quatro do livro de Eclesiastes são usadas para se fazer apologia àquilo que a Bíblia condena como sodomia.
A verdade é que esses grupos pretendem fazer com que a Bíblia esteja de acordo com seus pecados. Preferem mudar a Palavra de Deus a mudar a si próprios. Só não percebem que essa atitude, longe de livrá-los da condenação divina, acrescenta-lhes ainda a culpa de distorcer a verdade. Quando analisamos sua abordagem de tais textos, facilmente percebemos que eles não são sinceros em sua interpretação, que eles estão querendo apenas justificar o injustificável. Só homossexuais enxergam homossexualidade onde existe apenas amizade.
Essa é a grande perversão do homossexualismo. Ele transforma amizades puras e belas em atos sexuais reprováveis. Iguala homossexualismo à homoafetividade, em uma distorção semântica diabólica, onde bom e belo se igualam ao mau e ao abominável.
Está na hora dos homossexuais, sejam eles “cristãos ou não” pararem de querer manipular as Escrituras para se ajustar às suas tendências corrompidas e começar a obedecê-las. Só então poderão desfrutas das bênçãos de Deus.